Aos 26 anos, Kristen Stewart já construiu uma carreira no cinema que muita atrizes jovens iriam invejar. Talvez mais conhecida como Bella Swan, a heroína vampira de ‘Twilight’, Stewartconseguiu sucesso comercial enquanto ganhou respeito crítico. No verão passado, você a encontrava na capa da Film Comment, a bíblia de um cinéfilo sério.
Seu mais recente filme, ‘Billy Lynn’s Long Halftime Walk’, estreia na sexta. Baseado no livro de Ben Fountain e dirigido por Ang Lee (‘Life of Pi’), conta a história de um soldado corajoso, sua experiência no Iraque e suas dúvidas sobre ser exposto em um jogo de futebol. Stewart interpreta a irmã de Lynn, Kathryn, que é contra seus planos de retornar para a guerra.
Eu uma recente entrevista, Stewart disse que ao ir por uma perspectiva de um soldado, o ganhador do Oscar, Ang Lee, criou um filme que “externaliza um sentimento muito interno.” Apesar de Kathryn ser um papel coadjuvante, ela disse, é um dos que ela sentiu que valia a pena.
“O papel é muito econômico,” Stewart disse. “Mas é realmente impactante e definitivamente fornece esse espaço emocional.”
‘Billy Lynn’s Long Halftime Walk’ permitiu Lee experimentar com a tecnologia. Entre as opções disponíveis está assistir ao filme em 120 quadros por segundo, ao invés do normal 24, criando um efeito que os espectadores chamaram de hiper real. Mas na maioria dos cinemas, o filme será apresentado no formato normal.
Stewart disse que a tecnologia apresentou desafios únicos.
“Eu estava fora do meu elemento,” ela disse. “Geralmente, eu estou muito ciente do processo e um pouco intrometida. Nesse caso, foi como nadar em uma piscina olímpica. Mas foi muito legal.”
Lee teve uma abordagem similar em ‘Hulk’ (2003), onde ele procurou imitar os designs necessários de uma história em quadrinhos.
Parece que uma das principais recorrências tanto no livro de Fountain quanto no filme é a maneira que nem duas pessoas parecem entender o que significa ou implica o conceito de “apoiar a tropa”. Como você abordou isso?
O que eu achei mais interessante sobre isso foi que você tem Kathryn, que é essencialmente uma pacifista, mas nunca expressa seu liberalismo de um jeito que não é humanitário. Ela nunca está provocando ninguém, e ela está reconhecendo um espaço que cresceu entre ela e alguém que ela conhece durante toda sua vida, mas que não pode mais ter por perto como antes, porque agora eles são seres completamente diferentes. Isso muda uma pessoa, quando você não pode mais manter alguém por perto para amá-lo e confortá-lo por mais que você queira. Você está tão imerso em algo que você nunca conseguiu ter uma perspectiva exterior, e isso é justo? Você pode ter orgulho disso?
É muito contencioso agora na narrativa moderna: Quem pode representar quem? Como podemos contar responsavelmente a história dos outros?
Eu tenho muito mais distância do que alguém que já serviu, ainda assim eu tenho o mesmo sentimento. Eu posso ter esses sentimentos? Eu realmente entendo a situação? Eu acho que Kathryn está vindo de um pensamento como, “Vamos entender pelo o que estamos lutando.” É uma resposta pessoal, mas ela está verdadeiramente preocupada com ele. Porque o que vai acontecer quando seu treinamento passar, quando as respostas automáticas passarem e você tem que ser um ser humano novamente que não sabe necessariamente como lidar com tudo o que aconteceu? E mais adiante disso, como lidamos com ter colocado essas pessoas lá, nessa situação?
Ela é um tipo diferente de personagem do que costumamos ver em histórias sobre famílias de militares.
Ela é a personificação de pergunta, ao invés de opinião.
Eddie Redmayne e Robert não são apenas bons amigos, mas também são de Hufflepuffs (Lufa-Lufa) nos filmes de Harry Potter e na vida real. Eddie conta tudo sobre isso e menciona. Rob/Cedric
"Eles nos chamam de chatos, eles nos chamam de café com leite, dizem que somos os caras legais, mas você sabe o quê? Sabe o que eu vejo em Hufflepuffs? Eu vejo a lealdade, eu vejo a amizade feroz, nós somos trabalhadores e somos compassivos, e no fim do dia vamos fazer a coisa certa - não por causa da glória, mas por causa de um bem maior, porque foda-se - nós fazemos isso porque é isso o que significa Hufflepuff. Seja orgulhoso, tenha a cabeça erguida.
Quem são os Lufa-Lufas? Cedric Diggory, Rob Pattinson certo, ele é um Hufflepuff..."
Assista o vídeo clicando na fonte.
A distribuidora italiana ''Notorious Pictures'' comprou 8 novos filmes no American Film Market, e entre eles está “Idol's Eye”.
SPOILER
[…] Idol's Eye, o drama dirigido por Olivier Assayas que dirige um elenco excepcional com Robert Pattinson, Sylvester Stallone e Rachel Weisz. O filme baseado em fatos reais, conta a história de Tony Accardo (S. Stallone), o chefe mais poderoso de Chicago, conhecido por estar entre os protegidos de Al Capone. O ladrão profissional [John] Mendell (R. Pattinson), casado com Victoria (R. Weisz), depois de um assalto à casa de penhores acaba sendo alvo de Accardo, que o FBI tenta prender há muito tempo. Quando Mendell é morto, o FBI espera encontrar provas para prender o chefe. […]
Após a premiere de The Lost City Of Z no NYFF começaram a sair algumas críticas e o site Pattinson Daily reuniu algumas partes dessas críticas que mencionam o Robert.
"[..] Henry Costin, interpretado por um Robert Pattinson muito barbudo." Este é o meu desempenho favorito de Pattinson, porque eu vivia esquecendo que era Robert Pattinson. Em suas primeiras experiências pós-Crepúsculo, tivemos a sensação que ele estava tentando provar a si mesmo como um ator. E isso é compreensível. Mas aqui ele desaparece tão bem em seu personagem que eu tinha dificuldades de me lembrar que era ele o tempo todo. É uma coisa boa.
[..] James Gray coloca Charlie Hunnam no papel principal, o coronel Percy Fawcett e os resultados são mistos. Embora Hunnam dê, o que é certamente, o seu melhor desempenho, ele ainda é um ator incapaz de trazer dinamismo a seus papéis. Isso não pode ser dito de Robert Pattinson, que silenciosamente se tornou um dos melhores atores de hoje. Quanto mais ele continua participando de projetos ousados e emocionantes com diretores que o empurram para seus limites, mais a multidão cinéfila continua a cantar elogios e este é novamente o caso, no papel do companheiro de Fawcett, Henry C
[...] Eles recentemente terminaram de filmar Good Time, filme estrelado por Robert Pattinson que interpretará um ladrão de banco em fuga, que será lançado pela A24 no próximo ano. [...]
Em que projetos você está trabalhando agora?
É uma bênção ter algo em que possa se perder a cada momento em que estamos acordados. Estamos trabalhando muito e de alguma forma nos mantemo sãos. Atualmente estamos terminando Good Time, um filme de fuga, carregado de uma perspetiva distorcida de amor fraternal, que será lançado algum momento em 2017. [...]
Coincidências E Possibilidades Que Desaparecem
Woody Allen lança Café Society, seu filme mais recente, e o faz em um ano onde a nostalgia pela velha Hollywood parece estar por todos os lados.
Alguma vez você já percebeu que os filmes similares são lançados nas mesmas datas? Você se perguntou por que os estúdios permitem que isso aconteça? O fato é que, seja qual for o motivo, os temas dos filmes em Hollywood frequentemente saem um atrás do outro – por exemplo, O Grande Truque e O Ilusionista; A Casa Branca e A Invasão à Casa Branca; Armagedon e Impacto Profundo; Volcano: A Fúria e O Inferno de Dante-. Ainda que não é um assunto que se associaria com Woody Allen, pois raramente está em sintonia com o espírito do momento, seu mais recente filme comprova que a teoria é errada. Há muitas similiaridades temáticas entre a trama de Café Society, protagonizado por Steve Carell, Kristen Stewart e Jesse Eisenberg, e o possivel concorrente ao Oscar, La La Land, de Damien Chazelle. No entanto, na primeira podemos ver os temas que sempre deixou Allen obcecado: a razão vs. a paixão, o amor fora de hora e, sobretudo, seu amor pela velha Hollywood das grandes estrelas.
Virtualmente, os filmes são dois lados de uma mesma tela belamente filmada. A viagem emocional que compartilham é mais profunda: ambas exploram as escolhas do coração humano – o que poderia ter sido e o que foi – e em ambas há uma auto-reflexiva aceitação das decisões e te deixam pensando que escolhas você teria tomado.
Conversamos com Kristen Stewart sobre estes temas e o particular processo de trabalho do cineasta nova-iorquino.
Você já pensou alguma vez no fato de que se tivesse escolhido uma pessoa, sua vida teria tomado uma direção completamente diferente?
Penso nisso o tempo todo. Todo mundo faz isso. Acho que imaginar o que poderia ter sido é natural, mas eu estou muito feliz onde estou.
Diretor/Escritor: Harmony Korine (Spring Breakers)
Produtores: Charles-Marie
Anthonioz, Christoph Daniel, John Lesher, Marc Schmidheiny, Mike
Upton (Exec. Produtor)
Diretor de
Fotografia: Benoît Debie
Data de lançamento: 2018
Co-Stars: Gucci Mane, Benicio
del Toro, Al Pacino, James Franco.
Distribuidores: Lionsgate
(International) | Focus Features (US Domestic)
Gênero: Crime/Vingança.
Sinopse: Rico e Slim são amigos de infância que cometem um crime que é descoberto e leva Slim para a prisão. Rico passa a ter uma bem sucedida carreira musical em Miami como um rapper gangster e está tendo uma noite triunfante no Grammy; Slim, por outro lado foi libertado da prisão depois de ficar preso por 14 anos; Rico está casado com a ex-namorada de Slim e está criando o filho de Slim como se fosse seu filho; Pacino interpreta agente da condicional de Slim; Franco interpreta um viciado empresário de Rico; Pattinson é o líder de uma gangue de surfistas Uzi-wielding alistados por Slim para ajudar a se vingar de Rico.
O filme foi listado como em pré produção em 10 de novembro.
Gênero: Crime/Vingança.
Sinopse: Rico e Slim são amigos de infância que cometem um crime que é descoberto e leva Slim para a prisão. Rico passa a ter uma bem sucedida carreira musical em Miami como um rapper gangster e está tendo uma noite triunfante no Grammy; Slim, por outro lado foi libertado da prisão depois de ficar preso por 14 anos; Rico está casado com a ex-namorada de Slim e está criando o filho de Slim como se fosse seu filho; Pacino interpreta agente da condicional de Slim; Franco interpreta um viciado empresário de Rico; Pattinson é o líder de uma gangue de surfistas Uzi-wielding alistados por Slim para ajudar a se vingar de Rico.
O filme foi listado como em pré produção em 10 de novembro.
É um daqueles
dias de divulgação de filmes onde você se pergunta qual o combustível que as
estrelas usam para continuar falando. Não se pergunte mais.
Direto de uma conferência de imprensa para um sessão de fotos
para mim, Kristen Stewart está pronta para divulgar Billy Lynn’s
Long Halftime Walk, quando um assistente entra
na sala e arremessa um pacote de cigarros.
Então nós conversamos, com três metros de distância, sobre o
filme de título estranho de Ang Lee, tirado do livro de Ben Fountain sobre um grupo de soldados que viralizam com um vídeo de sua tentativa
frustrada de salvar um companheiro (Vin Diesel), e que são homenageados durante o show do intervalo de um jogo
da NFL (os Cowboys no livro).
Eles são seguidos por um agente (Chris Tucker), que tem a intenção de transformar suas histórias em um filme
de Hollywood.
Stewart parece ter surgido do brilho de Bella Swan na saga Crepúsculo com uma notável quantidade de respeito. A atriz uma vez mirim se
tornou a única americana a ganhar um César (o Oscar francês) de Melhor Atriz
Coadjuvante por Clouds of Sils Maria, de Olivier Assayas.
E ela possui um dos dois papéis femininos notáveis em Billy Lynn’s Long Halftime Walk – Kathryn, a irmã de Billy (Joe Alwyn), que está tentando furiosamente conseguir tratamento para o
Estresse Pós-Traumático de seu irmão antes que ele volte para outra turnê
obrigatória de uma guerra sem sentido.
Mas a conversa
sobre o filme foi desviada por sua tecnologia. Lee filmou em 120 quadros por
segundo (24 tem sido o normal por gerações), e foi mostrado em algumas
exibições adiantadas em 3D e 4K HD. O resultado é desconcertante como estar no
mesmo ambiente que os atores.
Muito atores
ficam desconfortáveis ao se verem na tela. Como foi ver-se até aos poros?
Eu me sinto diferente com cada filme em termos de tentar assistir. Mas ao me ver daquele jeito não foi um problema de vaidade. Emocionalmente falando, houve uma vulnerabilidade. Como um observador, como uma festa engrenada, você vê mais nuance nas expressões faciais, por exemplo. Você nunca viu alguém olhar para a lente tão de perto. É estranho para mim estar tão fora do meu elemento, porque eu faço isso desde que tinha 10 anos de idade. Mas é uma experiência nova. E eu sou completamente obcecada e apaixonada pelo processo. Eu especialmente gosto da ideia de usar a tecnologia para chegar mais perto de algo do que se afastar.
[...]
Eu imagino que, sendo um jovem ator na Inglaterra, muitos dos seus conterrâneos encontraram lá [em Harry Potter] o seu caminho.
Eu definitivamente pensei que por ter um ligeiro gene ruivo, deveria ou poderia ser um parente distante dos Weasley. Eu tive muitos amigos – Robert Pattinson fez o filme [Harry Potter] e, em seguida, Domhnall Gleeson interpretou um Weasley. Eles devem ter voltado com histórias maravilhosas. Mas nunca me ligaram.













